Lois Gibson- Forensic Art

DOS RELATÓRIOS FORENSES DE LOIS GIBSON
Freira de Nossa Senhora de Fátima – Comparação Um
Não há comparação perfeita entre os mesmos indivíduos em fotografias separadas. No entanto, é possível saber quando os indivíduos em fotografias diferentes não são o mesmo. Pelas várias estruturas faciais completamente diferentes no indivíduo A em comparação com B, é impossível serem a mesma mulher.
1. As testas mostram ossos frontais muito diferentes na base. O arco superciliar de B se projeta para a frente muito mais do que A.
2. Os narizes têm formas diferentes, sendo que B tem uma ponta maior, mais redonda e que pende mais para baixo, que não se pode explicar por crescimento de cartilagem.
3. O filtro (distância entre a base do nariz e o topo do lábio superior) é mais longo em A do que em B. Os lábios em A são mais grossos e mais estreitos horizontalmente do que em B, com o lábio inferior de A se projetando para a frente muito mais do que B. Se dentaduras estivessem envolvidas, replicariam a dentição pré-existente e não causariam uma diferença tão drástica.*.
4. The horizontal mental indention below the bottom lip, is wider on the vertical plane on A and indents deeper below the bottom lip on A than on B.
5. A indentação mental horizontal abaixo do lábio inferior é maior verticalmente em Ae indenta mais profundamente abaixo do lábio inferior em A do que em B.
* Esta autora fez faculdade de odontologia e construiu dentaduras na University of Texas Health Science Center, em San Antonio (1977–1978).

Freira de Nossa Senhora de Fátima – Comparação Dois
1. O osso nasal de A é mais estreito que o de B. Isso faz com que o pelo das sobrancelhas cresça com menos distância horizontal no arco superciliar em A, em comparação à distância mais larga das sobrancelhas de B.
2. Os olhos são mais próximos, devido ao ponto 1.
3. A base do nariz é mais estreita em A, em comparação a B. As narinas de A são mais redondas, mais visíveis frontalmente e estão mais próximas em A do que em B. As narinas de A têm uma forma diferente das narinas de B.
4. O filtro de A (distância da base do nariz até o topo do lábio superior) é mais longo que o filtro de B.
5. Os lábios de A são horizontalmente mais curtos que B. O lábio superior de A é mais largo verticalmente que o lábio superior de B. O lábio inferior de A é mais grosso verticalmente e se projeta mais além da indentação horizontal abaixo dos lábios, em comparação com B.

Freira de Nossa Senhora de Fátima – Comparação Três
A e B são retratadas em uma idade muito diferente nesta comparação fotográfica. Mesmo considerando a diferença de idade, a iluminação drástica mostra que a protuberância mental da mandíbula de B é maior e se projeta muito mais para a frente em relação ao plano facial que A. O processo de envelhecimento faria a mandíbula encolher, não crescer. Simplificando: os queixos de A e B têm uma forma drasticamente diferente. Essa diferença drástica na área da mandíbula mostra que não podem ser o mesmo indivíduo. Não há cirurgia plástica que faria o queixo de A se parecer com o queixo de B. As diferenças descritas do 1 ao 5 da comparação 2 da freira de Nossa Senhora de Fátima também se aplicam aos indivíduos acima, até mesmo considerando a grande diferença de idade e a presença de óculos em B (Forensic Art Essentials, 2007).

Estas são interpretações de Lois Gibson de como a verdadeira Irmã Lúcia pode ter parecido aos 60 e 80 anos, respectivamente, com base nas evidências fotográficas da Lúcia mais jovem.